Afro Braziliaanse zomerdansstage met Mano Amaro en live percussie begeleiding

De Internationale dansstage te Antwerpen heeft plaats in de 9 studio’s van de Stadsschouwburg, Het Paleis en de Koninklijke Balletschool aan de Meistraat 2 in het hartje van Antwerpen.  De lessen afro-braziliaanse dans gaan door van 18u – 19.20u.            En dit van zaterdag 2 juli t/m zaterdag 9 juli 2016.

Voor de hele dansstage 1 les per dag: € 120.

Inschrijven via http://www.dansstage.be/

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Workshop Brasil

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Brazil e Bélgica – Cinco Séculos de Conexões e Interações

10857766_773807529339852_4756402484904902868_n Parte 6 – O Brasil Entra em Cena Depoimento de Mano Amaro “Um dos componentes da companhia de dança popular brasileira Matalumbo, Mano Amaro nos conta um pouco da sua história de migração” (Cristina Dias) Nasci no Rio Grande do Sul, na cidade de Pelotas, a mais importante cidade no período do processo das charqueadas (carne salgada). Lá os negros escravos trabalharam muito e enriqueceram a cidade, era muito frio e tinham que trabalhar com o sal, o que dava-lhes um tempo curto de vida. Cresci em uma vila chamada Castilhos, filho de zeladora de religião afro-brasileira e de pai funcionário público. Ali aprendi a ter respeito pelo próximo e conviver com as diferenças, que na época eram grandes. Desde pequeno frequentava lugares restritos a negros, como clubes e discotecas. Assim foi minha infância, pois em certos lugares nós, negros, não entrávamos e vice-versa. Desde cedo convivendo com esta atmosfera, comecei a envolver- me com a dança dos guetos e com o carnaval da cidade. A partir dos seis anos desfilava em blocos infantis, escolas de samba, fui passista, mestre-sala, ritmista: bons tempos! Na época, encontrei a dança funk, que era muito forte; desde então não parei. Tive contato com a dança contemporânea através de Beka Kanaan, pessoa que me ensinou a ver coisas que, no meu dia a dia, eu não percebia, como o racismo que estava à minha volta, com aquela carga pesada que subestimava a todos nós. Passei a ser um cidadão da sociedade e não apenas aquele negrinho que dançava funk! Daí para frente interessei-me mais pela nossa cultura e pela dança; fiz parte de movimentos negros e fui o próprio movimento; viajei bastante: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador. Trabalhei como professor educador em um projeto em Porto Alegre, com crianças de rua. Aí conheci Môa do Catendê – baiano, grande mestre –, encontro que me estimulou a perceber aos poucos as diferenças da dança afro nas diversas regiões do Brasil. Em 1996 recebi um convite para ministrar um workshop de dança afro-brasileira na Bélgica, em Antuérpia, onde estou até hoje, construí família… Aqui fiz muitos cursos de dança africana com ótimos professores do Senegal, Benin, Nigéria, Togo, e meu trabalho como pesquisador em dança afro avançou bastante. Mantenho contato e troco informações com pessoas no Brasil, pois continuo, mesmo morando aqui, sempre atento à cultura afro-gaúcha, pesquisando e bebendo desta fonte que é muito rica e que o Brasil ainda não conhece. A cultura negra propicia uma relação profunda entre o corpo e a dança, com sentido de vida baseado na relação entre o ser humano e a natureza. Assim, a dança é a representação da existência de cada pessoa, se fazendo presente em todos os momentos da vida. Em todos esses momentos dançantes se faz presente o tambor, cujo som é utilizado de diferentes maneiras, em diversas tonalidades e intensidades. A dança afro no Brasil adquiriu várias formas, variando segundo as nações africanas que contribuíram para a formação do povo negro, de acordo com o ritmo e as características dos Orixás (deuses), e segundo as recriações feitas no interior de uma sociedade pluricultural e pluriétnica como a brasileira. Por meio do desenvolvimento de um trabalho de conscientização através da dança, venho propondo a dança afro-brasileira a toda a comunidade europeia. Como prova do grande interesse dos europeus por nossas danças populares devemos citar o belga Alain Taillard, que se apaixonou pelo carnaval do Rio de Janeiro.

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Orí Dança in Amsterdam on Saturday 22 November 2014, 20H

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For more information:

http://munganga.nl/mini2/programma/686

Photography Pascale Hellebaut

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Percussion and Afro-Brazilian Dance Würzburg July 2014

A week-end full of percussion and afro brazilian dance, 19-20 july 2014, with Djop Barbosa Barbosa and Mano Amaro. Capoeira School Würzburg, Germany.

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Dancing is a way of living

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